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	<title>Lisandra Aliprandini Sentido aberto Consciência alimentar &amp; Reconexão &#8211; Escola do Ser</title>
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	<description>Uma Escola para despertar o SER essencial que habita todo SER humano.</description>
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		<title>As paradas que a vida dá</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lisandra Aliprandini Sentido aberto Consciência alimentar &#38; Reconexão]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 May 2017 15:12:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[A vida para. Somos nós que muitas vezes não queremos ver ou que demoramos a entender. Que criamos histórias. Que forçamos a caminhada a seguir marchando no ritmo frenético de sempre. Que comparamos o nosso gramado com o gramado do outro, o qual sempre parece crescer mais rápido e mais bonito. Que aceleramos. Que insistimos [&#8230;]]]></description>
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<div>A vida para. Somos nós que muitas vezes não queremos ver ou que demoramos a entender. Que criamos histórias. Que forçamos a caminhada a seguir marchando no ritmo frenético de sempre. Que comparamos o nosso gramado com o gramado do outro, o qual sempre parece crescer mais rápido e mais bonito. Que aceleramos. Que insistimos naquele mesmo roteiro para a vida. Que dobramos as esquinas e reclamamos ao nos chocarmos de repente com algo que atrapalha o nosso caminho. Aquilo que surge sem que estejamos esperando. Aquilo que faz o corpo despertar por alguns minutos.</div>
<div>Somos nós que muitas vezes sufocamos a vida. Mas a vida está sempre nos convidando a parar. E assim ela fez comigo certo dia, enquanto eu fazia compras no supermercado e passava pelos corredores, nem apressada e nem presente, mas apenas seguindo com o meu caminho comum. Foi ali que em um dos corredores, havia uma funcionária repondo alguns produtos na prateleira, de pé, em cima de uma pequena escada. Ao passar por ela, um pouco distante da prateleira em que ela se encontrava, escutei o barulho de um dos produtos que ela repunha caindo no chão. Era uma caixa pequena, mas que ao cair fez um forte barulho. Naquele momento, a vida parou. O barulho da queda da caixa no chão bateu também forte dentro de mim. Como um convite a parar. Um convite a despertar. A colocar-se presente naquele momento da vida e participar dela, deixando de ser apenas uma simples figurante.</div>
<div>Se eu tivesse aceitado o convite, poderia parar o meu carrinho de compras, aproximar-me da moça, olhar para ela, abaixar-me até a caixinha para pegá-la, entregá-la de volta, trocar algumas palavras e abrir espaço para o que mais a vida naquele momento tivesse a me oferecer. Mas não foi o que eu fiz. Naquele dia, escolhi não viver aquele pequeno momento da vida. Não participei. Sequer estive lá. Apenas passei pela vida. Continuei seguindo pelo caminho, andando em linha reta e constante por aquele momento, sem abrir espaço para mudanças no roteiro padrão traçado para aquele dia. E a partir disso, eu então me pergunto: o que será que a vida tinha a me oferecer naquele pequeno momento? O que será que eu posso ter perdido naquela parada, escolhendo continuar seguindo normalmente com a vida?</div>
<div>De tantas opções possíveis, uma delas acredito que é certa: perdi a oportunidade de viver um momento de conexão e de despertar para um estado de maior presença. Abri mão de alguns dos presentes que a vida nos entrega a cada segundo. E desde então, sinto que o que mais perdemos em certas paradas não dadas durante a vida, é uma chance a nós mesmos. Aquele voto de confiança nas oportunidades e nas possibilidades de sermos surpreendidos com tudo aquilo que, freneticamente, tentamos encontrar em outro lugar. Talvez esse convite da vida aquele dia, tenha sido simplesmente isso: um relembrar que a vida é feita de pausas, de presença, de espaço aberto para respirarmos com tranquilidade e podermos olhar para nós mesmos e também para o outro e, que qualquer busca se torna irrelevante, quando aos pequenos sinais do dia a dia fechamos o coração para escutar e os olhos para enxergar.</div>
<div>A vida nos pede paradas. Até quando vamos recusar o seu convite?</div>
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		<title>SER para FAZER</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lisandra Aliprandini Sentido aberto Consciência alimentar &#38; Reconexão]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Mar 2017 15:43:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Fazer sempre foi uma obrigação exigente demais para mim. Minha alma ansiava a apenas ser. De tudo aquilo que fiz no mundo, sempre foi um fazer longe de ter algum propósito. Fazer mecânico. Fazer social. Fazer para provar que um dia, alguma coisa aqui dentro de mim poderia vir a ser. Por isso, fiz pouco, [&#8230;]]]></description>
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<div>Fazer sempre foi uma obrigação exigente demais para mim. Minha alma ansiava a apenas ser. De tudo aquilo que fiz no mundo, sempre foi um fazer longe de ter algum propósito. Fazer mecânico. Fazer social. Fazer para provar que um dia, alguma coisa aqui dentro de mim poderia vir a ser. Por isso, fiz pouco, acredito. Apenas aquilo que naquele momento era o suficiente. Às vezes, o suficiente, era ser a melhor aluna. Às vezes, era apenas passar com a nota dentro da média. Exigi de mim sempre aquilo que poderia entregar, respeitando o meu momento de vida. E quando respeitá-lo não podia, o fazer se tornava uma obrigação, longe de ter algum sentido.</div>
<div>Por outro lado, talvez, até não tenha feito tão pouco. Já que fui capaz de fazer tudo aquilo que a vida me permitia naquele momento. E como minha alma apenas ansiava a ser, quando ser não podia, o fazer também tornava-se diminuto. Fazer sem ser é apenas brincar com o tempo, com as horas, com a vida. É amortecer o sentir da alma, para que o não sentir do mundo continue sem ser interrompido. É apenas através de ser que o fazer se torna vivo. Seguindo seus próprios passos, seguindo rumo ao seu destino. Propósito é fazer com alma. E é na alma que o ser prepara o seu verdadeiro caminho.</div>
<div>Dediquei-me com carinho ao ser nesses últimos anos. Abri espaço para que ele manifesta-se toda a sua intensidade e riqueza. Hoje, o fazer torna-se um desafio, pois tornou-se um fazer livre de regras. Então, como fazer através do verdadeiro ser, quando se aprendeu a fazer através de um ser construído? Só posso dizer que o fazer livre das amarras de um falso ser, tem se tornado um lindo e profundo caminho escolhido. Um caminho de aprendizado e de abertura a outros novos caminhos. Um caminho em direção a ser cada vez mais, apesar do medo, das dúvidas e das incertezas. Apesar da não visão completa que me mostre com clareza, por onde esse ser levará o fazer a caminhar.</div>
<div>Que a liberdade de ser para fazer nos traga mais coragem ainda. Coragem de seguir acreditando na jornada do amor e da confiança. Coragem para sermos aqueles que abrirão caminhos para sermos e fazermos juntos. Por nós todos e para todos nós.</div>
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